Em setembro de 1.994, após termos vencido a Copa, os arcades fervilhavam de novidades e uma das mais aguardadas por mim foi Darkstalkers, jogo abordado nessa edição da VideoGame. Ao experimentar o game, confesso que achei a jogabilidade um pouco travada, problema que acabou sendo corrigido em NightWarriors: Darkstalkers’ Revenge, que foi uma espécie de Champion Edition da série.
O preview de Donkey Kong Country, jogo da capa, nos traz informações a sobre como foi feita a parte gráfica desse grande game da Nintendo, que foi revolucionário para a época. No encarte, a Dynacom, empresa conhecida pela pirataria, tendo lançado clones de Atari, NES e Mega Drive, obteve direito de resposta e defendeu seu ponto de vista em relação a uma matéria escrita na edição 39 da VideoGame. Vale a pena ler. Continue lendo “VideoGame nº 42”

Como eu não gosto de jogos de esportes, os jogos que mais me chamaram a atenção nessa edição da SDP foram os para PSP. Mega Man Maverick Hunter X e Street Fighter Alpha 3 Max são games excelentes feitos para o portátil da Sony. Você pode conferi-los na seção de reviews.
2006 foi um ano complicado para mim no que se refere a games. Eu estava estudando para concurso (felizmente fui aprovado) e, portanto, estava um pouco longe desse universo, me dedicando 100% aos estudos.
Apesar de não ser um “expert”, sempre gostei de jogos de luta. Infelizmente, a transição do 2D pra o 3D dos jogos desse gênero foi algo sofrido, com gráficos muito “quadrados” e jogabilidade travada. A coisa só foi melhorar com Tekken 3 e, mais ainda, com Soul Calibur. Então, na época, passei longe de Mortal Kombat 4, jogo da capa dessa edição da Ação Games.
Em 1999 eu comecei a jogar RPGs japoneses regularmente e a Gamers tinha as informações mais detalhadas e os melhores detonados para games desse gênero. Portanto, ao lado da SGP, ela era minha revista favorita.
A Super GamePower nº 79, quase na virada do milênio, me traz várias lembranças. Uma delas é que em novembro de 2.000 fiz a minha primeira viagem aos EUA e tentei comprar um PS2, mas não havia console à venda nas grandes lojas varejistas pois eles estavam esgotados. Para comprar um PS2, só recorrendo ao mercado negro e pagando preços bem salgados (e em dólar!). Daí eu resolvi comprar um PSOne e um Dreamcast e adiei a compra do novo console da Sony por cerca de 1 ano.
Antes de qualquer coisa, quero esclarecer que essa revista digital não é trabalho nosso. E, até onde eu sei, ela nunca chegou a ser vendida nas bancas. Explico: faço parte do grupo Revistas de Videogame do Facebook e surgiu lá a informação que a última edição da Super Dicas PlayStation, a revista de número 50, apesar de estar praticamente pronta, não foi às bancas. Alguns membros do grupos afirmavam que apesar disso, a revista foi distribuída (ou vazou, não sei) de maneira digital. Até então eu sabia que a nº 49 tinha sido a última Super Dicas PlayStation. Estabeleceu-se o impasse e começou a procura pela SDP nº 50 na internet (Google). Pois então, dias depois da postagem, um membro do grupo, alguém que não me lembro quem foi, provou a existência dessa revista, ao disponibilizar o link dela para download.
De volta ao nosso ritmo normal, trazemos a todos a Ação Games nº 155.
Mais uma revista que ficou no limbo após a (quase) perda da memória do blog.
Após o susto da semana passada, vou utilizar esse post para colar os links da Super GamePower nº 71. Espero, em um futuro próximo, ter tempo para refazer o post completamente!