Já no auge da era PS2, a SGP nº 120 traz Dante na capa e na página 26 o review de Devil May Cry 3. Nessa época o segundo console da Sony estava nadando de braçada, dando uma surra na concorrência e lançando jogos cada vez melhores.
Já na área dos portáteis, o GBA e Nintendo DS dominavam a cena, com o PSP ainda engatinhando após o seu lançamento. A revista traz ainda o detonado de Resident Evil 4 para Game Cube, um jogo que dividiu opiniões entre os fãs da série. Continue lendo “SGP nº 120”

Jogos de ação furtiva fizeram muito sucesso na primeira década dos anos 2000. Metal Gear Solid, Splinter Cell e Rainbow Six são exemplos de franquias desse gênero. Não posso falar nada sobre os outros jogos, mas Metal Gear Solid é uma das minhas franquias favoritas e o terceiro game de Solid Snake, para mim, é o melhor até hoje.
Capa da edição nº 39 da VideoGame, Super Metroid realmente é um jogo fantástico. Na época, muitas revistas deram destaque ao jogo e ele emplacou essa linda capa! Na seção bits, uma matéria sobre o vindouro lançamento do Saturn, um videogame que não fez sucesso, mas que eu gosto muito.
É com muito orgulho que faço hoje o relançamento da EGM Brasil nº 09. Refazer o processo de lançamento dessa revista me faz perceber o quanto avançamos no quesito qualidade em todos esses anos. Vou deixar o post antigo ativo, caso alguém queira fazer alguma comparação. Fica fácil quando temos um exemplar impecável dessa edição, que nos foi doado pelo Paulo Marx.
Essa série de guias “oficiais” de Mortal Kombat Trilogy nada mais é do que mais uma reciclagem descarada de material. Essa revista nada mais é do que uma capa, um editorial e as páginas do verdadeiro Guia do Mortal Kombat Trilogy que já postamos aqui:
Revista da editora On Line, a Play Games tinha poucas página e era uma aposta entre grande publicações da época, como EGM Brasil e Dicas & Truques para PlayStation.
Excelente edição da Game-X, trazendo jogos nostálgicos como Sonic 3D Blast, Donkey Kong Country 3 e Cruis’n USA. Na seção de news, uma nota sobre o DVD, dizendo que é um tipo de CD, só que mais poderoso. Revista curta, de leitura rápida, a Game-X sempre foi um pouco diferente das revistas famosas da época, com seus detonados e muitas páginas.
Mais uma capa sobre Street Fighter II. Pelo menos dessa vez foi compartilhada com alguns outros jogos como Battletoads e Land of Illusion. Me lembro como se fosse hoje a febre que foi Street Fighter II nas locadoras e fliperamas. Em 93 eu já tinha 18 anos, então não tinha problemas em frequentar os arcades.
No sua fase semanal, que foi o início do fim da Gamers, houve uma queda de qualidade na revista, que já não era a mesma da sua fase áurea que ocorreu entre 1996 e 1998. Esse exemplar, por exemplo traz na capa Messiah, um jogo apagado para PC e tem poucos jogos relevantes abordados.
É difícil ler uma revista clássica, lançada entre 1991 e 1995, que não tenha menção a um jogo da franquia Street Fighter. O jogo foi um fenômeno tão avassalador na época que ajudou a alavancar o mercado de games e foi capa de diversas edições. E não é diferente com a VideoGame nº 40, que traz o preview de SSF2 pra SNES e Mega e de SSF2: Turbo para arcades.